terça-feira, 13 de outubro de 2009

Temporada de documentários

Está aberta, pelo menos para mim, a nova temporada de documentários.
Tentando usar a internet de forma mais útil, estou a assistir alguns novos arquivos
que por ela (net) adquiri. Acredito que postarei aqui algum resumo do documentário assistido
com minhas palavras de acordo com o que eu entendi do mesmo.
O primeiro documentário será "Six degrees of separation", Esse filme destrincha a ciência por trás da "Teoria dos seis graus de separação" que segundo ele, somente seis indivíduos separa você de qualquer outra pessoa do mundo. A teoria, criada na década de 1960, fascina muitos até hoje, e inspirou um filme homônimo dirgido por Fred Schepisi lançado em 1993. Também é um das idéias exploradas no seriado "Lost" e pelo "Orkut".
Enfim, assim que assisti-lo eu colocarei aqui a minha posição quanto as informações do documentário para que quem se interessar também assistir e tirar a sua própria.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

A transgressão, inclusão e exclusão

Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Instituto de Letras
Psicologia da Educação
Prof: Regina Carrancho
Aluno: Diego Antonio Novais

A transgressão, inclusão e exclusão

A idéia de "transgressão" do ponto de vista da modificação do ser perante a sociedade e da visão paradgmática que o viver no meio social possui diante do círculo vicioso da rotina,custumes e dogmas que se estagnizam-se por razões históricas, religiosas e culturais, será analisada adiante de forma que fique claro esse aspecto . A proposta deste texto é abordar esse conceito de trangressão, mesclar e sintetizar a partir da visão de uma das partes do livro "Alma Imoral" de Nilton Bonder e o trabalho artístico de Gustavo e Otávio Pandolfo de nome
"OSGEMEOS -Vertigem"(recentemente exposto no CCBB).

O livro aborda que há algo muito maior do que apenas o dever da humanidade de somente perpetuar a espécie. Esse conceito é visto como a alma
que, como o próprio autor diz, na medida certa, promove uma transgressão do "ser". Isto é, o desprendimento dos valores fossilizados e obtenção da evolução interna, a inovação dos pontos de vista e, de uma forma geral, fazer o melhor para si mesmo. Segundo o livro, o homem necessita dessa atitude transgressora para, é claro, transcender. E também, esse homem, não deve ficar preso ao passado e não pode deixar-se sucumbir com os conceitos concretos e definições de "bom" e "ruim", pois estes, são mutáveis de um ponto de vista cronológico, como por exemplo, as coisas se alternam no nível do bom ao ruim dependendo do momento em que a sociedade se
encontra. Além disso, é dito no livro que o homem é um traidor de todas as maneiras possíveis.Isto é, ele se traí desde do ponto que não faz absolutamente nada para crescer e evoluir, até o seu extremo que é o "romper com tudo". Por isso que o autor indaga que ficar parado no tempo e a acomodação é, sem dúvida, uma traição que o homem faz com si próprio, por assim, não permitir-se crescer, e consequentemente, a sociedade do qual faz parte. A alma, chamada no livro de imoral, foi caracterizada dessa forma pois, fica com a responsabilidade de chegar a essência da natureza humana, coisa que o corpo, que é moral, não consegue por si só. Em um olhar geral sobre a sociedade, observa-se como exemplos máximos de manipulação, a dita "massa de manobra" a velha e boa religião e totalmente homogênea à ela:a política. A religião é a maior força no ponto de vista de "cegar" as pessoas para uma evolução,é a força que impede que o homem olhe para fora de certa doutrina.A política segue quase o
mesmo esquema, faz com que ocorra algo parecido com o "tocar de bois" por um caminho pré-determinado por interesses de alguns. Se não houvesse transgressores como Darwin, que mudou o mundo com suas observações ou desbravadores como Colombo e teóricos como Einstein,enfim, centenas de outros exemplos de pessoas que foram visionários à frente do seus respectivos tempos e com certeza transgressores dos quais fizeram como foi dito no livro.O trabalho artístico de "OSGEMEOS" tem uma visão peculiar do cotidiano óbvio retratado por um tipo de arte que já foi marginalizada pela sociedade que agora a adora. Essa transição é uma demonstração de que os valores podem ser alterados, e eles serão, por insistência daqueles
que fazem o melhor para eles mesmos. A força de vontade e a busca da melhoria é a chave para o transcender da dura sociedade com custumes enraizados por ignorância geral e/ou patologias coletivas. O trabalho destes dois artistas chamado "Vertigem" viabiliza o entendimento do homem que não transcendeu seus medos e congelou-se causando sua própria agonia enfatizado por olhares ingênuos e total apatia com aos coisas ao redor. Quadro a quadro percebe-se a construção do meio em que esses "apáticos" vivem, um mundo de dificuldades que parece que é simplesmente
aceita pelos viventes de tal circulo social. Verifica-se também a marginalização, esta é, uma transgressora de valores da lei de uma sociedade, embora, viciosamente, a criminalidade é fruto do descaso da sociedade para com o povo históricamente discriminado.

A modificação da sociedade depende diretamente da alma de cada ser que não se priva de suas vontades e trilha uma meta almejando um objetivo que tende a "jogar" a sociedade para frente, pois o movimento retrógrado não é aceito jamais e a estagnação é um crime que priva a continuidade. O livro fala sobre a evolução e as obras dos artistas citados aqui refletem efeitos dessa não-busca. O ser humano só está no início do auto-conhecimento e isto vai depender de cada um considerando-se células importantes para a sociedade para assim encontrar-se a real motivação
de estarmos aqui além da manutenção da espécie. O homem desenvolveu-se muito além do que qualquer outro animal, por ter a capacidade de colocar-se na posição de outra pessoa. Então, a transgressão é necessária e todos deveriam agir para conseguir a ação da sua "alma imoral".

domingo, 4 de outubro de 2009

Não sei o que ou para que

A finalidade crua da noite que nem sei se teve lua
A capacidade fria do dia que nem sei se vi o sol
A opacidade cria na tarde que nem sei se vi a tua...

boca macia

Não termino por que não acabou
Quando saber que está acabando?
Quando ando por que não me canso?
Quando venço por que não sorri?
Quantos quandos vou retorizar?

Agua na bacia

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Entre afasias

O mundo social em que vivemos e suas nomenclaturas. A rapidez, as escolhas, os modos, as raízes e os preconceitos. Deveríamos sentir? deveríamos ter opinião?
Deveríamos nomear tudo que existe e dar conceitos e significados pra coisas abstratas só para, talvez, deter um conhecimento e/ou aprisionar essa informação como se fossemos donos das coisas no meio do círculo do qual co-existimos e não existimos.( a separação é proposital)
O que vale mais são os espelhos da sociedade.Você é aquilo que a sociedade te designou a ser? O ser, por baixo da roupa, por baixo do diploma, atrás do volante do carro importado ou sentado na maior poltrona do escritório não vale nada, pois o que vale, para a sociedade, é sua superfície,como a terra que somente na casca tem seu valor. Mas o valor do interior tem que ser resguardado, porquê é no interior que contém toda a verdade e lá é que se esconde as formas de vida mais bizarras como acontece com a terra e seus seres abissais. O ser por debaixo do véu social não passa de um atum tentando se destacar no meio do cardume enquanto sua abissalidade se esconde por debaixo das escuras águas profundas de seu terno de linho. Para mim, e para os peixes abissais, a luz existe, feito por ele mesmo e a caça é sempre atraída.
Confusões a parte, existe uma busca fútil pelo desejo incontrolável de ser o macho dominante, seja na alcáteia, na matilha,no cardume,na assembléia ou na academia. Os animais se juntam afim de ficarem mais fortes, mas se matam antes mesmo de atingir o apogeu. A civilização se auto-consome e ainda não me foi dito o que eu preciso saber... Os anos passam e ficamos cada vez mais velhos e chatos. Passamos a odiar coisas que uma dia gostamos, e passamos a gostar de coisas que um dia odiamos, isso vale também para pessoas. Socializar parece tão simples, conhecer, auto-conhecer, viver, saber, vencer. Aspectos verbais pouco compreendidos. E agora josé?

sábado, 26 de setembro de 2009

Recebeis

Inconsequentemente de volta...

terça-feira, 17 de março de 2009

Onde e aonde

Ele acordou mas preferiu não se levantar
Ficou deitado em sua cama
Vendo as horas passarem
Triste ali mesmo tentava suportar
Fingindo ser forte
Não queria se lamentar

Levante-se!
Preste atenção!
Ela destruíu seu coração
O que pretende fazer?
Ficar ai? Na cama a sucumbir?
Sei que tem sentimentos
mas sofrer não vai mudar nada
Ser forte as vezes leva a arrogância
Dormir, às vezes, é como morrer...

Onde e aonde tudo se esconde
talvez em um horizonte
Ela se foi e nada restou
além de memórias deflagradas
como cápsulas de balas
O mudo moinho do quase parado
coração vazio,
deixou-se levar pelo fingimento
agudo do imundo gesto do orgulho

No canto me encanto com aquele quase morto
tentando durmir...

quarta-feira, 11 de março de 2009

Save the planet

Após quase dois meses de recesso pseudo-importante, eis que aqui estou, não mais interessante, e sim, mais venenoso. Mostrem suas garras, destilem em mim qualquer coisa forte, gritem a vontade.Embora mesmo assim, daqui não sairei!
Hoje recomendarei um vídeo que traz por completo toda mensagem que quero passar.







Obs: Feliz Aniversário!*